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Dia Nacional da Consciência Negra 

Dia 20 de Novembro é dia de comemoração da cultura negra no Brasil.

A Lei Federal nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário oficial como o Dia Nacional da Consciência Negra, além de tornar obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas. Em algumas cidades brasileiras, esse dia se tornou oficialmente feriado municipal (é bom lembrar que essa data não é ainda um feriado nacional).

Contudo, o mais importante nessa data é relembrar a importância dos negros na formação da sociedade brasileira e sua influência nas nossas diversas formas de manifestações culturais.

Conheça um pouco mais sobre as contribuições dos afro-brasileiros para a cultura do nosso país:

 

A África na culinária

A presença negra é marcante também (e fundamental) na mesa deste país com o vatapá, acarajé, caruru, mungunzá, sarapatel, caruru e a tão celebrada feijoada e, não bastasse, também na baba de moça, a cocada e a bala de coco.

Alguns escravos conseguiam criar algum animal ou cultivar uma pequena horta. Talvez por isso, o tempero e o uso de uma grande variedade de pimentas deu um sabor especial aos seus pratos. O azeite de dendê também foi um dos ingredientes mais importantes da culinária negra. O dendezeiro é uma palmeira de origem africana, e de sua polpa se extrai o azeite que dá a cor, o sabor e o aroma de tantas receitas deliciosas.

O uso de pimentas, que já era antigo nas terras da América, se espalhou pelo Brasil no século 18. Uma outra tradição, a de vender comida nas ruas, em grandes tabuleiros, se estabeleceu na mesma época na cidade de Salvador, na Bahia. Esses tabuleiros traziam de tudo. Um cronista daquele tempo relatou ter visto, num mesmo tabuleiro, mais de vinte qualidades diferentes de comidas salgadas e doces.

Outro prato muito popular é a feijoada, cuja origem ocorreu nas senzalas: enquanto as melhores carnes iam para a mesa dos senhores, os escravos ficavam com as sobras. Linguiça, carne-seca e carnes de porco eram misturados com feijão preto e cozidos em um grande caldeirão. A feijoada chegou a servir de inspiração para escritores como Pedro Nava, em um de seus livros de memórias, e para o compositor Chico Buarque de Holanda, que tem uma música onde dá a receita de uma "Feijoada Completa".

 

A capoeira

Desenvolvida inicialmente para ser uma defesa, a capoeira, foi sendo ensinada aos negros ainda cativos, por aqueles que eram capturados e voltavam aos engenhos. Para não levantar suspeita, os movimentos da luta foram adaptados ás cantorias e músicas africanas para que parecesse uma dança. Assim como no candomblé, cercada de segredos, a Capoeira se desenvolveu como forma de resistência, luta bem valiosa em defesa da liberdade do negro, forma de identidade grupal e afirmação pessoal.

Vários pesquisadores, e historiadores brasileiros estiveram na África e principalmente em Angola e jamais foram encontrados vestígios de uma luta parecida com a nossa Capoeira.

Do campo para a cidade, a Capoeira ganhou a malícia dos escravos e dos frequentadores da zona portuária. Na cidade de Salvador, capoeiristas organizados em bandos provocavam arruaças nas festas populares reforçando o caráter marginal da luta. Durante décadas a Capoeira foi proibida no Brasil. A liberação de sua prática deu-se apenas na década de 30 (Estado Novo), quando uma variação da capoeira (mais para o esporte do que manifestação cultural) foi apresentada ao então presidente Getúlio Vargas.

 

Contribuição da cultura afro no Estado de Goiás

Uma das contribuições mais visíveis da cultura afro no Estado de Goiás pode ser conferida nas congadas - tradicional festa em louvor à Nossa Senhora do Rosário - símbolo do reconhecimento dos festejos dos escravos.

As congadas de Catalão são responsáveis por uma boa parte da identidade cultural da cidade. Sempre saindo às ruas na Festa de Louvor a Nossa Senhora do Rosário, os ternos de congo representam os festejos dos negros na época da escravidão, quando os escravos não podiam entrar nas igrejas e faziam suas saudações a Nossa Senhora do lado de fora, entoando os sons dos tambores e pandeiros africanos. Ao longo dos anos as festas foram ganhando simpatizantes até que a igreja reconheceu as congadas como parte dos ritos religiosos e, hoje, muitos brancos participam.

 

 


Fontes: Cultura Afro-Brasileira. Disponível em: <http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/especial/200711-culturaafro.php> Acesso em 19 nov. 2012.

Agência de Notícias Cavaleiro de Jorge. Disponível em: <http://encontrodeculturas.com.br/2010/noticiasDetalhe.php?id=414> Acesso em 19 nov. 2012.

 

20/11/2012  
 

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