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Bullying 

 

Bullying

 

 

Uma das queixas mais frequentes, hoje nas escolas, é a maneira como muitos jovens se comportam, fazendo piadas e brincadeiras de gosto duvidoso com os colegas. Colocações que podem deixar o outro em uma situação de vulnerabilidade, ao se sentir chateado e até infeliz, dependendo da forma, frequência ou intensidade com que esse processo acontece, pode -se até caracterizar o bullying, que é uma agressão física ou psicológica cometida contra outras pessoas.

Vamos pensar um pouco. Qual a graça de falar mal ou de maltratar alguém? Por que quem é diferente da gente não merece respeito e consideração? Se a gente parar para pensar, todos somos diferentes e únicos, mais magros, mais gordos, mais altos, mais baixos, brancos, negros, da nossa cidade, de fora, católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos, mais ou menos aplicados nos estudos… Tudo isso é próprio e faz parte da história e da individualidade de todas as pessoas. É fundamental que a sociedade e cada um de nós respeite essa individualidade. Só o respeito pode dar a coesão necessária para que se evitem violências, preconceitos e para que a nossa sociedade possa evoluir e ser mais justa. Ninguém é melhor do que ninguém, todos nós somos únicos e importantes.

Em tempos de internet, de redes sociais, os comentários maldosos sobre os outros, as fofocas, as intrigas, ganham uma dimensão inimaginável. Assim, mais cuidado ainda é necessário sobre o que se publica. As marcas na rede podem ser eternas, assim como o impacto emocional que uma afirmação dessas pode ter sobre o outro. 

Eu gosto muito de lembrar uma historinha atribuída ao famoso filósofo grego Sócrates. Um discípulo do mestre chega para ele e diz: “Sócrates, ouvi uma história que preciso contar para o senhor, a respeito de alguém”. E o filósofo responde: “Antes de me contar essa história, veja se ela passa por três peneiras, a primeira é “o que vai ser contado é mesmo verdade? Você tem como comprovar?” O discípulo percebe que só tinha ouvido a história, mas não tinha como comprová-la. “A segunda peneira – continua Sócrates – “o que vai ser contado  é  bondoso? É algo que você gostaria que dissessem a seu respeito?” O homem percebe que a história também não passava por essa peneira. “Para terminar – disse o filósofo – “o que vai ser dito é construtivo? Vai contribuir para o bem da humanidade?” Ao perceber que o comentário não passava por nenhuma das três peneiras, o homem então respondeu: “Não tenho mais o que contar, mestre.” 

Pois é, não é gente… Que tal se cada um de nós pensasse a respeito disso? Não é importante a gente aprender a ter mais cuidado com o que diz e como lida com os outros? Eu acho que é.

 

 

Acompanhe as publicações de Jairo Bauer no Portal Positivo sobre: Adolescente, Bullying, Comportamento, Redes sociais, Respeito, Violência.

 

 

  Matéria extraída do Informativo Pedagógico SPE - SETEMBRO/2013, da Editora Positivo.

 

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